No dia 14 de setembro encerramos mais uma festa na Comunidade Campo Limpo, agradecemos a todos que participaram...
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Festa de Nossa Senhora das Dores
Comunidade Campo Limpo
De 12 a 15 de Setembro de 2013
Paróquia de Nossa Senhora do Rosário de Fátima
São Bento do Una
Diocese de Garanhuns - PE
CONVITE
Querido povo de Deus e devotos de Nossa Senhora das Dores. Mais uma vez estamos nos preparando para mais uma festa em honra da nossa padroeira.
Será um momento de Fé e Devoção, onde nos reuniremos para viver mais um encontro com todas as famílias de nossa comunidade. Agradecemos a Deus pelas inúmeras graças alcançadas.
Por estes e outros motivos nós que formamos a comunidade Campo Limpo, juntamente com nosso pároco Pe. Gabriel, convidamos você e sua família para juntos celebrarmos a nossa festa, onde iremos vivenciar o tema: "Tudo por Jesus e nada sem Maria" e com o lema: "Fazei tudo o que Ele vos disser". (Jo 2,5).
Agradecemos desde já a sua participação como também a sua valiosa contribuição para que possamos dar continuidade aos trabalhos de evangelização e obras de nossa capela. Com as bênçãos do Pe. Gabriel e orações do seminarista Marconde.
PROGRAMAÇÃO
Dia 12/09 (Quinta-feira)
Abertura da festa - Noite dedicada as comunidades e sítios vizinhos.
18h30min - Procissão com a bandeira de Nossa Senhora saindo da casa dos Juízes Antônio e Sebastiana.
19h30min - Celebração Eucarística
Responsável: Comunidade Feijão
Após a Celebração haverá Bingo
Dia 13/09 (Sexta-feira)
Noite dedicada a todas as famílias
19h30min - Celebração Eucaristica
Responsável: Grupo Mensageiros da Paz
Dia 14/09 (Sábado)
Encerramento - Dia dedicado a todo povo de Deus e devotos de Nossa Senhora.
Tarde Missionária - Responsável: Comunidade Matriz
18h30min - Procissão saindo da casa dos juízes Erwin Rommel e Lucélia
19h30min - Celebração Eucarística
Após a celebração Show Religioso com a Banda Sol Nascente
Dia 15/09 (Domingo)
13h - Leilão de prendas e animais
Local a ser definido.
JUÍZES DA FESTA 2013
Antônio Izidio da Silva & Sebastiana da Silva Simão
Tiago Santos Silva & Maria Arla da Silva
Josinaldo Silva do Nascimento & Julia Maria Silva do Nascimento
Erwin Rommel Pereira Falcão & Lucélia Pereira Falcão
JUÍZES DA FESTA 2014
Adriano Gomes Cavalcante & Maria Josimar Barros de Souza
Cícero da Silva Simão & Maria Ivanilda dos Santos da Silva Simão
José Orlando Bezerra da Silva & Quitéria Bezerra da Silva
Genecir Cordeiro da Silva & Joseilda Maria Anunciação
AGRADECIMENTOS
* A Deus por mais uma festa realizada.
* As comunidades que vieram animar e participar.
* Aos doadores em geral.
* Aos juízes da festa e as equipes organizadoras.
* A todos os devotos de Nossa Senhora das Dores que contribuíram para a realização desta festa.
Nota do nosso Bispo Diocesano, Dom Fernando.
Surpreendido
com a notícia da renúncia do Santo Padre Bento XVI, a se tornar efetiva
no próximo dia 28 de fevereiro, às 20horas (hora da Itália), nosso
Bispo Diocesano, Dom Fernando Guimarães, dirigiu uma mensagem a toda a
Diocese de Garanhuns, agradecendo ao Papa Bento XVI os seus fecundos
anos de ministério pastoral como sucessor do Apóstolo São Pedro e
Vigário de Jesus Cristo, bem como convidando
todos os católicos - e os homens e mulheres de boa vontade - a
iniciarem a partir da Quarta-Feira de Cinzas, uma incessante campanha de
orações pela eleição do próximo Papa. A seguir, transcrevemos o texto
da Nota.
NOTA À DIOCESE DE GARANHUNS
Aos Padres e Fieis da Diocese de Garanhuns.
Saúde, Paz e Benção no Senhor!
1. Renúncia do Papa Bento XVI.
Fomos todos surpreendidos, na manhã do dia 11 de fevereiro, festa de Nossa Senhora de Lourdes, com a notícia da renúncia de Sua Santidade o Papa Bento XVI ao ofício de sucessor de São Pedro e de Vigário de Jesus Cristo, por ele comunicada, naquela manhã, aos Cardeais reunidos em Consistório.
São estas as suas palavras, pronunciadas em latim: "Convoquei-os para este Consistório, não apenas para as três canonizações, mas também para comunicar-lhes uma decisão de grande iumportância para a vida da Igreja. Aós ter repetidamente examinado minha consci|ência perante Deus, eu tive a certeza de que minhas forças, devido à avançada idade, não são mais apropriadas para o adequado exercício do ministério de Pedro. Eu estou bem consciente de que esse ministério, devido à sua natureza essencialmente espiritual, deve ser levado não apenas com palavras e fatos, mas não menos com oração e sofrimento. Contudo, no mundo de hoje, sujeito a mudanças tão rápidas e abalado por questões de profunda relevância para a vida da fé, para governar o barco de São Pedro e proclamar o Evangelho, é necessário tanto força da mente como do corpo, o que, nos últimos meses, se deteriorou em mim numa extensão em que eu tenho de reconhecer minha incapacidade de adequadamente cumprir o ministério a mim confiado. Por essa razão, e bem consciente da seriedade desse ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério como Bispo de Roma, sucessor de São Pedro, confiado a mim pelos cardeais em 19 de abril de 2005. A partir de 28 de fevereiro de 2013, às 20h, a Sé de Roma, a Sé de São Pedro, vai estar vaga e um conclave para eleger o novo Sumo Pontífice terá de ser convocado por quem tem competência para isso. Caros irmãos, agradeço sinceramente por todo o amor e trabalho com que vós me apoiastes em meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. E agora, vamos confiar a Santa Igreja aos cuidados de nosso Supremo Pastor, Nosso Senhor Jesus Cristo, e implorar a sua santa Mãe Maria, para que ajude os Cardeais com sua solicitude maternal, para eleger um novo Sumo Pontífice. Em relação a mim, desejo também devotamente servir a Santa Igreja de Deus no futuro, através de uma vida dedicada à oração".
As normas da Igreja preveem a possibilidade da renúncia do Papa, no Cãnon 332, par. 2, do Código de Direito Canônico: "Se acontecer que o Romano Pontífice renuncie a seu múnus, para a validade se requer que a renúncia seja feita livremente e devidamente manifestada, mas não que seja aceita por alguem". Tais condições canônicas foram plenamente cumpridas em nosso caso: o próprio Papa anunciou a renúncia ressaltando estar agindo consciente da seriedade do ato e com plena liberdade; o anúncio foi feito ao Colégio dos Cardeais reunido em Consistório. A partir deste momento, a renúncia torna-se portanto efetiva, não necessitando que alguém a aceite. Portanto, a partir do dia 28 de fevereiro, a Sé Romana estará vacante.
2. Situação da Igreja durante a vacância da sede
O regime da Igreja em sede vacante é determinado pela Constituição Apostólica Universi Dominici gregis, do Beato Papa João Paulo II, de 22 de fevereiro de 1996. Durante a vacância, o Colégio dos Cardeais assume o governo da Igreja somente para o desempenho dos assuntos rotineiros e para a preparação da eleição do novo Papa, nada devendo ser modificado ou abrogado nesse tempo. Cessam em suas funções o Cardeal Secretário de Estado e os Prefeitos dos vários Dicastérios da Cúria Romana, com exceção do Cardeal Vicário para a Diocese de Roma, o Cadeal Arcipreste da Basílica de Sao Pedro e Vigário Geral do Vaticano. Permanecem nas funções também os Núncios Apostólicos nos respectivos países.
O Conclave para a eleição do novo Papa deve se iniciar após 15 dias e não mais do que 20 dias depois da vacância da sede. São eleitores os Cardeais com menos de 80 anos de idade no momento da vacância e o seu número não poderá ultrapassar os 120. As votações terão lugar da Capela Sixtina do Vaticano e os eleitores permanecerão em regime fechado, sem contato com o exterior. O Conclave procede com dois escrutínios pela manhã e outros dois pela tarde. Antes de votar, o Cardeal eleitor, com a cédula na mão, pronuncia o seguinte juramento: "Chamo como testemunha Cristo Senhor, o qual me julgará, de que o meu voto é dado àquele que, diante de Deus, julgo que deva ser eleito". O candidato deverá obter dois terços dos votos. Uma vez obtido o resultado, o eleito é interrogado pelo Cardeal Decano: Aceitas a tua eleição canônica como Sumo Pontífice? E após receber o consentimento do eleito, acrescenta: Como queres ser chamado? Em seguida, o novo Papa recebe a obediência dos Cardeais e, já revestido das vestes pontifícias, é apresentado ao povo, no balcão principal da Basílica de São Pedro. Desde a sua aceitação, ele é o novo Papa, com todos os poderes do cargo.
3, Convite à oração pelo Conclave
O Papa João Paulo II, no documento citado, convida toda a Igreja a se unir em oração neste período: "Durante o período de sede vacante e, sobretudo, durante o tempo da eleição do sucessor de Pedro, a Igreja permanece unida de modo particular com os seus pastores e especialmente com os Cardeais eleitores, e implora de Deus o novo Papa como dom da sua bondade e providência. ... Estabeleço, pois, que em todas as citades e nos outros lugares, apenas se tenha notícia da sede vacante, elevem-se humildes e incessantes orações ao Senhor (cf. Mt 21,22; Mc 11,24), para que ilumine o ânimo dos eleitores e os torne concordes em sua tarefa, que se obtenha uma solícita, unânime e frutuosa eleição, como exige a salvação das almas e o bem de todo o povo de Deus".
Assim sendo, determino que em todas as celebrações da nossa Diocese, antes da benção final, faça-se uma oração pedindo as luzes do Espírito Santo sobre o próximo Conclave, para que Deus nos dê o Papa que Ele quer para a sua Igreja. Igualmente, convido a todos para, em sua oração pessoal, invocar as graças divinas sobre os Cardeais eleitores e sobre todos nós, para acolhermos com espírito de fé o Papa que será eleito.
A Bento XVI, toda a nossa gratidão pelo testemunho belíssimo de sua fé e pela generosidade com que, nestes anos, vem desempenhando a árdua função do Papado. Que o Senhor continue abençoando-o e o conforte na nova forma de vida que ele escolheu.
Garanhuns, 11 de fevereiro de 2013, festa de Nossa Senhora de Lourdes
Dom Fernando Guimarães, Bispo Diocesano de Garanhuns
Fonte: www.diocesegaranhuns.org
NOTA À DIOCESE DE GARANHUNS
Aos Padres e Fieis da Diocese de Garanhuns.
Saúde, Paz e Benção no Senhor!
1. Renúncia do Papa Bento XVI.
Fomos todos surpreendidos, na manhã do dia 11 de fevereiro, festa de Nossa Senhora de Lourdes, com a notícia da renúncia de Sua Santidade o Papa Bento XVI ao ofício de sucessor de São Pedro e de Vigário de Jesus Cristo, por ele comunicada, naquela manhã, aos Cardeais reunidos em Consistório.
São estas as suas palavras, pronunciadas em latim: "Convoquei-os para este Consistório, não apenas para as três canonizações, mas também para comunicar-lhes uma decisão de grande iumportância para a vida da Igreja. Aós ter repetidamente examinado minha consci|ência perante Deus, eu tive a certeza de que minhas forças, devido à avançada idade, não são mais apropriadas para o adequado exercício do ministério de Pedro. Eu estou bem consciente de que esse ministério, devido à sua natureza essencialmente espiritual, deve ser levado não apenas com palavras e fatos, mas não menos com oração e sofrimento. Contudo, no mundo de hoje, sujeito a mudanças tão rápidas e abalado por questões de profunda relevância para a vida da fé, para governar o barco de São Pedro e proclamar o Evangelho, é necessário tanto força da mente como do corpo, o que, nos últimos meses, se deteriorou em mim numa extensão em que eu tenho de reconhecer minha incapacidade de adequadamente cumprir o ministério a mim confiado. Por essa razão, e bem consciente da seriedade desse ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério como Bispo de Roma, sucessor de São Pedro, confiado a mim pelos cardeais em 19 de abril de 2005. A partir de 28 de fevereiro de 2013, às 20h, a Sé de Roma, a Sé de São Pedro, vai estar vaga e um conclave para eleger o novo Sumo Pontífice terá de ser convocado por quem tem competência para isso. Caros irmãos, agradeço sinceramente por todo o amor e trabalho com que vós me apoiastes em meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. E agora, vamos confiar a Santa Igreja aos cuidados de nosso Supremo Pastor, Nosso Senhor Jesus Cristo, e implorar a sua santa Mãe Maria, para que ajude os Cardeais com sua solicitude maternal, para eleger um novo Sumo Pontífice. Em relação a mim, desejo também devotamente servir a Santa Igreja de Deus no futuro, através de uma vida dedicada à oração".
As normas da Igreja preveem a possibilidade da renúncia do Papa, no Cãnon 332, par. 2, do Código de Direito Canônico: "Se acontecer que o Romano Pontífice renuncie a seu múnus, para a validade se requer que a renúncia seja feita livremente e devidamente manifestada, mas não que seja aceita por alguem". Tais condições canônicas foram plenamente cumpridas em nosso caso: o próprio Papa anunciou a renúncia ressaltando estar agindo consciente da seriedade do ato e com plena liberdade; o anúncio foi feito ao Colégio dos Cardeais reunido em Consistório. A partir deste momento, a renúncia torna-se portanto efetiva, não necessitando que alguém a aceite. Portanto, a partir do dia 28 de fevereiro, a Sé Romana estará vacante.
2. Situação da Igreja durante a vacância da sede
O regime da Igreja em sede vacante é determinado pela Constituição Apostólica Universi Dominici gregis, do Beato Papa João Paulo II, de 22 de fevereiro de 1996. Durante a vacância, o Colégio dos Cardeais assume o governo da Igreja somente para o desempenho dos assuntos rotineiros e para a preparação da eleição do novo Papa, nada devendo ser modificado ou abrogado nesse tempo. Cessam em suas funções o Cardeal Secretário de Estado e os Prefeitos dos vários Dicastérios da Cúria Romana, com exceção do Cardeal Vicário para a Diocese de Roma, o Cadeal Arcipreste da Basílica de Sao Pedro e Vigário Geral do Vaticano. Permanecem nas funções também os Núncios Apostólicos nos respectivos países.
O Conclave para a eleição do novo Papa deve se iniciar após 15 dias e não mais do que 20 dias depois da vacância da sede. São eleitores os Cardeais com menos de 80 anos de idade no momento da vacância e o seu número não poderá ultrapassar os 120. As votações terão lugar da Capela Sixtina do Vaticano e os eleitores permanecerão em regime fechado, sem contato com o exterior. O Conclave procede com dois escrutínios pela manhã e outros dois pela tarde. Antes de votar, o Cardeal eleitor, com a cédula na mão, pronuncia o seguinte juramento: "Chamo como testemunha Cristo Senhor, o qual me julgará, de que o meu voto é dado àquele que, diante de Deus, julgo que deva ser eleito". O candidato deverá obter dois terços dos votos. Uma vez obtido o resultado, o eleito é interrogado pelo Cardeal Decano: Aceitas a tua eleição canônica como Sumo Pontífice? E após receber o consentimento do eleito, acrescenta: Como queres ser chamado? Em seguida, o novo Papa recebe a obediência dos Cardeais e, já revestido das vestes pontifícias, é apresentado ao povo, no balcão principal da Basílica de São Pedro. Desde a sua aceitação, ele é o novo Papa, com todos os poderes do cargo.
3, Convite à oração pelo Conclave
O Papa João Paulo II, no documento citado, convida toda a Igreja a se unir em oração neste período: "Durante o período de sede vacante e, sobretudo, durante o tempo da eleição do sucessor de Pedro, a Igreja permanece unida de modo particular com os seus pastores e especialmente com os Cardeais eleitores, e implora de Deus o novo Papa como dom da sua bondade e providência. ... Estabeleço, pois, que em todas as citades e nos outros lugares, apenas se tenha notícia da sede vacante, elevem-se humildes e incessantes orações ao Senhor (cf. Mt 21,22; Mc 11,24), para que ilumine o ânimo dos eleitores e os torne concordes em sua tarefa, que se obtenha uma solícita, unânime e frutuosa eleição, como exige a salvação das almas e o bem de todo o povo de Deus".
Assim sendo, determino que em todas as celebrações da nossa Diocese, antes da benção final, faça-se uma oração pedindo as luzes do Espírito Santo sobre o próximo Conclave, para que Deus nos dê o Papa que Ele quer para a sua Igreja. Igualmente, convido a todos para, em sua oração pessoal, invocar as graças divinas sobre os Cardeais eleitores e sobre todos nós, para acolhermos com espírito de fé o Papa que será eleito.
A Bento XVI, toda a nossa gratidão pelo testemunho belíssimo de sua fé e pela generosidade com que, nestes anos, vem desempenhando a árdua função do Papado. Que o Senhor continue abençoando-o e o conforte na nova forma de vida que ele escolheu.
Garanhuns, 11 de fevereiro de 2013, festa de Nossa Senhora de Lourdes
Dom Fernando Guimarães, Bispo Diocesano de Garanhuns
Fonte: www.diocesegaranhuns.org
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Histórico Campo Limpo
A nossa comunidade era a mais antiga da Paróquia do Bom Jesus.
Fica a 17 quilômetros da cidade, sem contar que é o sítio de pior acesso para pegar um carro pra cidade.
Devido a tanta dificuldade de participar de uma missa na cidade, os moradores que aqui moravam se reuniram e com a doação de um terreno doado por uma senhora muito católica que aqui residia teve inicio a nossa capela no ano de 1910.
Mas só 20 anos depois foi feito o termo de doação do terreno a comunidade e a partir de então começou os trabalhos de evangelização na comunidade.
No mês de Setembro do ano de 1930 tivemos a primeira festa em honra a nossa Senhora das Dores doada pela doadora do terreno para ser a padroeira da Comunidade.
Há uns 5 anos atrás após a morte da doadora do terreno e dos familiares mais antigos, comecemos a ter problema com a nova geração da família que doou o terreno.
Como já não existe mais ninguém das pessoas antigas, os mais novos, não querem respeitar o lugar sagrado que é a Igreja, querendo fazer do espaço da Igreja, lugar de festa profana e lugar de farra e bebedeira.
Como não temos documento que comprove a doação do terreno da Igreja, alguns herdeiros estão querendo vender todo o terreno incluindo a Igreja doada á comunidade.
Depois de vários problemas tivemos a visita do nosso Bispo Dom Fernando que veio apoiar o Padre Gabriel em todas as decisões que venha a tomar diante de alguns acontecimentos e aborrecimentos na comunidade.
Prometeu agilizar um documento que existe na Cúria Diocesana para que a nossa Igreja possa ser realmente da nossa comunidade religiosa.
Diante de tudo isso, estamos aguardando esse documento chegar para que a nossa Igreja seja de fato um lugar próprio da comunidade onde as pessoas possam rezar e saciar suas angústias e suas dores diante de Deus em sua casa, já que a nossa Padroeira é Nossa senhora das Dores.
Festa de Nossa Senhora das Dores
Comunidade do Campo Limpo
De 14 a 16 de setembro de 2012
Paróquia de Nossa Senhora do Rosário de Fátima
CONVITE
Caros irmãos e irmãs. É com imensa alegria que convidamos você e sua família para participar conosco de mais um ano de festa em honra a Nossa Senhora das Dores padroeira de nossa comunidade nos dias 14, 15 e 16 de setembro de 2012.
Convidamos você e sua família para participarmos juntos na Evangelização e reforma da nossa capela. Sabemos o quanto ainda precisamos fazer para o bem espiritual e material de nossa comunidade. Por isso venham, juntos iremos assumir o compromisso na reflexão com o tema: "Com Maria caminhamos para a missão da Igreja". Vejam as bênçãos recebidas pela interseção da Virgem das Dores, por isso vamos continuar com os trabalhos de nossa igreja confiantes em sua ativa participação.
Desde já agradecemos a sua preciosa presença e a sua valiosa contribuição. Com as bênçãos sacerdotais do Padre Gabriel Belo Cavalcante e amizade dos Juízes da Festa e a Coordenação.
PROGRAMAÇÃO
Dia 14 - (Sexta-feira) Abertura da Festa
18h30min - Procissão com a bandeira de N. Srª. das Dores, saindo da casa do senhor Geraldo e dona Dedé.
19h - Celebração Eucarística
Dia 15 - (Sábado)
19h - Celebração Eucarística
Após a Missa: Show Religioso
Dia 16 - (Domingo)
18h30min - Procissão com a imagem de N. Srª. das Dores, saindo da casa de Josinaldo e Júlia Maria.
19h - Celebração Eucarística, com Batizados e 1ª Eucarístia
Após a Missa: Bingo ou Leilão
COORDENAÇÃO
]Márcia e Ronaldo, juntamento com o grupo de jovens.
JUÍZES DA FESTA 2012
Geraldo Felismino Guimarães e Maria José Araúdo Guimarães
Nivaldo de Almeida Silva e Creuza Maria de Almeida Silva
JUÍZES DA FESTA 2013
Josinaldo da Silva e Julia Maria da Silva
Tiago Santo Silva e Maria Arla da Silva
Antônio Izidio da Silva e Sebastiana Silva Simão
Programação Semana Santa 2012
DOMINGO DE RAMOS
7h30min - Benção dos Ramos em frente ao Abrigo
8h - Missa dos Ramos
QUINTA-FEIRA SANTA
19h30min - Missa da Ceia do Senhor
SEXTA-FEIRA SANTA
5h - Via-Sacra Dramatizada pelo Grupo Jovem Mensageiros de Cristo
15h - Celebração da Paixão do Senhor
SÁBADO SANTO
19h30min - Vigília Pascal
DOMINGO DE PÁSCOA
8h30min - Missa
17h - Missa
OBS.: Durante a Semana Santa também teremos Celebrações ministrada pelo Diácono César, Irmãs e Missionários nas seguintes comunidades:
* Tapuio
* Poço Doce
* Feijão
* Calunga
* Pimenta
* Espírito Santo
* Riachão de Igrejinha
* Baixa
* Cacimbas
* Balança
* Basílio
* Campo Limpo
Começa no Domingo de Ramos, incluindo o Tríduo Pascal, visando recordar a Paixão e Ressurreição de Cristo, desde a sua entrada em Jerusalém (cf. NALC, R.31).
Domingo de Ramos
Neste Domingo, aclamamos Jesus como o Messias que vem realizar as promessas dos profetas e instaurar definitivamente o Reino de Deus! Os ramos devem ser conservados como um sinal e testemunho em Cristo na sua vitória pascal. Neste Domingo é feita a COLETA do gesto concreto da Campanha da Fraternidade, a ser entregue nas paróquias.
Tríduo Pascal (Quinta, Sexta e Sábado)
O Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor começa com a Missa vespertina da Ceia do Senhor, possui o seu centro na Vigília Pascal e encerra-se com as Vésperas do Domingo da Ressurreição (NALC, n.19)
Ceia do Senhor (Quinta-feira Santa)
Nos recorda a Ceia do Senhor. Quando Ele prediz sua Paixão e Morte e despede-se dos apóstolos na última ceia. Neste dia, Jesus instituiu a Eucaristia e o sacerdócio. Na celebração o sacerdote lava os pés de doze pessoas convidadas, na tradição cerimônia chamada de Missa do lava pés, recordando o gesto de Jesus em lavar os pés de seus discípulos e a dizer: "Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei", significando que devemos servir uns aos outros com total humildade, gratuidade e amor. Ao final da missa se faz a Trasladação do Santíssimo e, em seguida, a adoração.
Paixão do Senhor (Sexta-feira Santa)
Neste dia a Igreja recomenda jejum e abstinência total de carne e acompanha em silêncio os passos de Jesus em seu sofrimento e condenação até sua entrega total com a morte na cruz. Não se celebra missa ou qualquer sacramento e comungam-se as hóstias consagradas na Quita-feira Santa.
A celebração central deste dia é das 15 horas, em que segundo a tradição, Jesus morreu e que se divide em quatro partes Liturgia da Palavra, Oração Universal, adoração do Senhor na Cruz e Comunhão. É dia de total silencio e reflexão.
Vigília Pascal (Sábado Santo)
Celebramos a Vigília Pascal. A vida quer a vida e não a morte. A ressurreição de Jesus é o milagre do começo da vida, vida nova a partir da morte.
O Círio Pascal, acesso como o fogo novo, luz que surge nas trevas, representa Cristo ressuscitado vitorioso sobre a morte e Senhor da história, luz que ilumina o mudo. Na vela, estão gravadas as letras Alfa e Ômega, que querem dizer: "Deus é o princípio e o fim de tudo".
7h30min - Benção dos Ramos em frente ao Abrigo
8h - Missa dos Ramos
QUINTA-FEIRA SANTA
19h30min - Missa da Ceia do Senhor
SEXTA-FEIRA SANTA
5h - Via-Sacra Dramatizada pelo Grupo Jovem Mensageiros de Cristo
15h - Celebração da Paixão do Senhor
SÁBADO SANTO
19h30min - Vigília Pascal
DOMINGO DE PÁSCOA
8h30min - Missa
17h - Missa
OBS.: Durante a Semana Santa também teremos Celebrações ministrada pelo Diácono César, Irmãs e Missionários nas seguintes comunidades:
* Tapuio
* Poço Doce
* Feijão
* Calunga
* Pimenta
* Espírito Santo
* Riachão de Igrejinha
* Baixa
* Cacimbas
* Balança
* Basílio
* Campo Limpo
Semana Santa
Começa no Domingo de Ramos, incluindo o Tríduo Pascal, visando recordar a Paixão e Ressurreição de Cristo, desde a sua entrada em Jerusalém (cf. NALC, R.31).
Domingo de Ramos
Neste Domingo, aclamamos Jesus como o Messias que vem realizar as promessas dos profetas e instaurar definitivamente o Reino de Deus! Os ramos devem ser conservados como um sinal e testemunho em Cristo na sua vitória pascal. Neste Domingo é feita a COLETA do gesto concreto da Campanha da Fraternidade, a ser entregue nas paróquias.
Tríduo Pascal (Quinta, Sexta e Sábado)
O Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor começa com a Missa vespertina da Ceia do Senhor, possui o seu centro na Vigília Pascal e encerra-se com as Vésperas do Domingo da Ressurreição (NALC, n.19)
Ceia do Senhor (Quinta-feira Santa)
Nos recorda a Ceia do Senhor. Quando Ele prediz sua Paixão e Morte e despede-se dos apóstolos na última ceia. Neste dia, Jesus instituiu a Eucaristia e o sacerdócio. Na celebração o sacerdote lava os pés de doze pessoas convidadas, na tradição cerimônia chamada de Missa do lava pés, recordando o gesto de Jesus em lavar os pés de seus discípulos e a dizer: "Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei", significando que devemos servir uns aos outros com total humildade, gratuidade e amor. Ao final da missa se faz a Trasladação do Santíssimo e, em seguida, a adoração.
Paixão do Senhor (Sexta-feira Santa)
Neste dia a Igreja recomenda jejum e abstinência total de carne e acompanha em silêncio os passos de Jesus em seu sofrimento e condenação até sua entrega total com a morte na cruz. Não se celebra missa ou qualquer sacramento e comungam-se as hóstias consagradas na Quita-feira Santa.
A celebração central deste dia é das 15 horas, em que segundo a tradição, Jesus morreu e que se divide em quatro partes Liturgia da Palavra, Oração Universal, adoração do Senhor na Cruz e Comunhão. É dia de total silencio e reflexão.
Vigília Pascal (Sábado Santo)
Celebramos a Vigília Pascal. A vida quer a vida e não a morte. A ressurreição de Jesus é o milagre do começo da vida, vida nova a partir da morte.
O Círio Pascal, acesso como o fogo novo, luz que surge nas trevas, representa Cristo ressuscitado vitorioso sobre a morte e Senhor da história, luz que ilumina o mudo. Na vela, estão gravadas as letras Alfa e Ômega, que querem dizer: "Deus é o princípio e o fim de tudo".
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Nossa Senhora das Dores
Beata Maria Virgo Perdolens ou Mater Dolorosa, a Nossa Senhora das Dores é venerada sob diversos nomes como: Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora da Soledade, Nossa Senhora das Angústias, Nossa Senhora das Lágrimas, Nossa Senhora das Sete Dores, Nossa Senhora do Calvário ou ainda Nossa Senhora do Pranto. Em 1233, sete mercadores da classe média emergente de Florença, Itália, devotos de Nossa Senhora, pertenciam a uma confraria chamada Associação-mor de Santa Maria. Estes mesmos homens fundaram a Ordem dos Servos de Maria e por iniciativa deles, em 1239 foi promulgado e incluído na Liturgia, pelo papa Bento XIII, o dia 15 de setembro como dia de Nossa Senhora das Dores. A veneração de Maria como Senhora das Dores se deve às dores que ela sofreu durante sua vida terrena, e é representada com sete espadas transpassando seu coração, para lembrar não somente suas dores, mas também as infinitas dores da humanidade. A devoção a Nossa Senhora das Dores possui fundamentação bíblica, pois é na Palavra de Deus que encontramos as sete dores de Maria:
* A profecia de Simeão sobre Jesus (Lucas, 2, 34-35)
* A fuga da Sagrada Família para o Egito (Mateus, 2, 13-21);
* O desaparecimento do Menino Jesus durante três dias (Lucas, 2, 41-51);
* O encontro de Maria e Jesus a caminho do Calvário (Lucas, 23, 27-31);
* Maria observando o sofrimento e morte de Jesus na Cruz (João, 19, 25-27);
* Maria recebe o corpo do filho tirado da Cruz (Mateus, 27, 55-61);
* Maria observa o corpo do filho a ser depositado no Santo Sepulcro (Lucas, 23, 55-56).
Maria, imagem da Igreja, está nos apontando para uma Vida Nova, que não significa ausência de sofrimentos, mas, sim, de entrega de Si para uma civilização de Amor.
Ó Mãe de Jesus e nossa mãe, Senhora das Dores, nós vos contemplamos pela fé, aos pés da cruz, tendo nos braços o corpo sem vida do vosso Filho. Uma espada de dor transpassou vossa alma como predissera o velho Simeão. Vós sois a Mãe das dores. E continuais a sofrer as dores do nosso povo, porque sois Mãe companheira, peregrina e solidária. Recolhei em vossas mãos os anseios e as angústias do povo sofrido, sem paz, sem pão, sem teto, sem direito a viver dignamente. E com vossas graças, fortalecei aqueles que lutam por transformações em nossa sociedade. Permanecei conosco e dai-nos o vosso auxílio, para que possamos converter as lutas em vitórias e as dores em alegrias. Rogai por nós, ó Mãe, porque não sois apenas a Mãe das dores, mas também a Senhora de todas as graças.
* A profecia de Simeão sobre Jesus (Lucas, 2, 34-35)
* A fuga da Sagrada Família para o Egito (Mateus, 2, 13-21);
* O desaparecimento do Menino Jesus durante três dias (Lucas, 2, 41-51);
* O encontro de Maria e Jesus a caminho do Calvário (Lucas, 23, 27-31);
* Maria observando o sofrimento e morte de Jesus na Cruz (João, 19, 25-27);
* Maria recebe o corpo do filho tirado da Cruz (Mateus, 27, 55-61);
* Maria observa o corpo do filho a ser depositado no Santo Sepulcro (Lucas, 23, 55-56).
Maria, imagem da Igreja, está nos apontando para uma Vida Nova, que não significa ausência de sofrimentos, mas, sim, de entrega de Si para uma civilização de Amor.
Oração a Nossa Senhora das Dores
Ó Mãe de Jesus e nossa mãe, Senhora das Dores, nós vos contemplamos pela fé, aos pés da cruz, tendo nos braços o corpo sem vida do vosso Filho. Uma espada de dor transpassou vossa alma como predissera o velho Simeão. Vós sois a Mãe das dores. E continuais a sofrer as dores do nosso povo, porque sois Mãe companheira, peregrina e solidária. Recolhei em vossas mãos os anseios e as angústias do povo sofrido, sem paz, sem pão, sem teto, sem direito a viver dignamente. E com vossas graças, fortalecei aqueles que lutam por transformações em nossa sociedade. Permanecei conosco e dai-nos o vosso auxílio, para que possamos converter as lutas em vitórias e as dores em alegrias. Rogai por nós, ó Mãe, porque não sois apenas a Mãe das dores, mas também a Senhora de todas as graças.
Amém !
Nossa Senhora das Dores é a Padroeira da Comunidade Sítio Campo Limpo. Paróquia de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.
Dia Missionário na Comunidade 2011
Em todas as comunidades foram realizados encontro nas famílias, visitando pessoas carentes, doentes e enfermos, levando sempre aquela palavra de apoio e salvação, também foi trabalho a importância de cada um doar sua parte no dízimo. No último dia do mês de outubro, acorreu o Dia Missionário Paroquial onde todas as comunidades se reuniram na Comunidade Balança e seguiram em procissão até a Igreja Matriz, onde teve a Santa Missa de encerramento do mês missionário e a doação de cestas básicas.
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